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Histórias Contadas

Casal Mistério - A História

Gostava muito de vos apresentar os meus convidados de hoje no Bloggers Story, mas tudo o que sei resume-se a duas palavras: Casal Mistério!
Como adoro um bom mistério e não resisto a um bom desafio, resolvi lançar-lhes o repto para responderem a algumas perguntas.
Para já, aquilo que podemos ler no seu blog é que "Ele cozinha, Ela viaja. Quando estão fora, testam e avaliam restaurantes, bares e hotéis. Quando se juntam em casa, escrevem sobre o que viram: o bom, o mau e o péssimo."
Este é o nosso ponto de partida. Daqui para a frente, o que sugiro é que leiam o que eles têm para nos contar e tentem descobrir quem são nas entrelinhas...
Casal Mistério: blog | facebook
CasalMisterio by HContadas
Eles os dois (ou, pelo menos, a sua imagem pública)

 

Marta de Olhos em Bico - A História

Olá! Hoje é dia de Bloggers Story, o primeiro do ano de 2014.

Retomo esta rúbrica com a história da Marta Pimenta, uma professora de 26 anos que o ano passado resolveu concretizar dois dos seus desejos mais queridos: viver noutro país e descobrir a Ásia. Desde que partiu, partilha a sua história no blogue Marta de Olhos em Bico e encanta-nos com as suas aventuras por terras do Oriente.

Convido-vos a pegar numa chávena de chá (ou de café) bem quentinha, sentar-se confortavelmente e apreciar esta viagem pelo mundo de Marta de Olhos em Bico.

Marta de Olhos em Bico: Blog

MartaOEB01 by HContadas

 

O mundo Santini

SantiniLab

Quando escrevi este post estava longe de imaginar que a minha relação com a Santini estava só a começar. A verdade é que a seguir veio o convite para visitar o Laboratório e, com ele, entrar no admirável mundo dos gelados Santini.

É no Laboratório Santini que se produzem os gelados e sorvetes que tão bem conhecemos. Trata-se de uma fábrica moderna, que recorre à melhor tecnologia, mas com os valores do passado, no que diz respeito à tradição e cuidado do fabrico.

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Por lá constatei que o segredo está na qualidade das matérias-primas, principalmente da fruta fresca seleccionada com todo o rigor e comprada maioritariamente a produtores nacionais. Também tive oportunidade de conhecer o processo de fabrico e passear-me pelas várias salas, desde a recepção das matérias-primas até ao Laboratório propriamente dito.

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A acompanhar-me Eduardo Santini, neto de Attilio Santini, o fundador da marca, e Francisca, engenheira alimentar, que foram respondendo com paciência a todas as perguntas que coloquei.

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Uma visita rica em aromas e sabores de fazer crescer água na boca!

Família Pumpkin - A História

Retomo as Bloggers Story com uma entrevistada muito especial: é mãe, empreendedora, idealista e, tal como eu, entrou na primeira fornada de Engenharia do Ambiente no IST há uns bons anos atrás! Atualmente dedica o tempo a ajudar as famílias portuguesas. Já descobriram de quem estou a falar? É verdade, a minha convidada de hoje é a Mariana Pessoa, um dos rostos da Pumpkin!

Sabem que por aqui as entrevistas são longas, mas muito inspiradoras. Por isso, convido-vos a pegar numa chávena de café, sentar-se confortavelmente e apreciar esta viagem pelo mundo da Mariana e da sua Família Pumpkin.

PumpkinSite | FB

Pumpkin01 by HContadas

Fala-nos um pouco de ti. Conta-nos a história da Mariana que criou a marca Pumpkin

Eu nasci em Lisboa, filha de dois açorianos, e cresci em Santo André, no Alentejo litoral. Estudei em Lisboa, engenharia do ambiente no Técnico (onde te conheci...) porque queria mudar o mundo. 
Vivi em Edinburgh - Escócia, em Birmingham e em Londres onde conheci um holandês por quem me encantei (e que ainda me encanta). Casamo-nos e fomos muito felizes viver para Lisboa, onde nasceram as nossas filhotas Leonor e Amelie. Entre as duas nasceu outro "filhote" muito querido: o nosso site Pumpkin, um projecto em família e para familias.
O que te motivou a criar a Pumpkin e porquê este nome?
Quando estava grávida da Leonor ainda vivia em Londres - mudei-me para Lisboa grávida de 8 meses. O Frank, meu marido, veio para cá trabalhar em consultoria mas foi vítima da crise e da falta de projetos e acabámos os dois em Portugal, com mais uma criança e menos um emprego. Da minha experiência de Londres percebi que em Portugal fazia falta sites de qualidade que disponibilizassem informação sobre serviços para crianças, informações úteis, sugestões de atividades para fazermos em família, etc. Foi por isso que criámos a Pumpkin, para ajudar as famílias a encontrarem o que precisam. 
E porquê Pumpkin? Bom, Pumpkin era o nome que chamávamos à Leonor, quando eu estava grávida e ainda não sabíamos se seria rapaz ou rapariga. Como chamar-lhe feijãozinho ou ervilhinha. E quando pensámos num nome para o site, Pumpkin foi o primeiro que veio à cabeça e aquele que gostámos mais.
Em que consiste a Pumpkin.pt?
A Pumpkin é um site onde podem encontrar as melhores sugestões de programas em família, dicas úteis e os melhores serviços, recomendados por famílias como a nossa. Um site para famílias felizes :)
Uma das coisas que sempre me fascinou no vosso projecto foi a forma inteligente e genuína como tu e o Frank construíram a comunidade Família Pumpkin e o carinho e confiança que foram ganhando das famílias portuguesas. Podes partilhar connosco um pouco da vossa “receita para o sucesso”?
Para mim genuinidade é a palavra chave.  Nós somos assim. E somos apaixonados pelo que fazemos. Somos felizes a fazer felizes os outros (quem não é?). E temos mais tempo para a nossa família. Acho que é isso que todas as famílias querem e por isso se identificam connosco.
Pumpkin02 by HContadas
E depois há, também, o blogue Família Pumpkin. O que te motivou a criar um blogue?
O Blog da família Pumpkin é um pouco o nosso álbum de família, e foi também o nosso meio de comunicação com as famílias, nos primeiros passos do site. Eu sempre gostei de ter um blogue, um diário para registar momentos especiais e que servisse para manter contacto com família e amigos. Enquanto vivi em Londres tinha um em conjunto com o Frank, e quando nasceu a Pumpkin quisemos guardar as nossas aventuras num blogue dedicado à família Pumpkin. Neste momento sofre da minha falta de tempo para registar todos os momentos que gostaria de guardar, mas estou sempre com vontade de lhe dedicar mais carinho.
Quando lês um blogue, o que é que capta mais a tua atenção: os conteúdos, o grafismo, ou ambos?
Eu gosto muito de fotografia, por isso a imagem e o grafismo são importantes para mim.  Mas o conteúdo é essencial. Se for um blogue lindo mas o conteúdo não me disser nada não o vou seguir.
Podes falar-nos um pouco do teu local de trabalho? Tens algum mood board de inspirações? Descreve-o e diz-nos o que mais gostas nele
O meu local de trabalho tem variado, estive na Baixa e  adorei passear por Alfama, junto ao rio... Agora estamos entre a Avenida da Liberdade e o Príncipe Real e há sítios lindos a descobrir. O espaço onde trabalho não é importante, desde que tenha um bom wi fi pode ser qualquer espaço. Adoro trabalhar em jardins, acho mesmo inspirador. Dá para imaginar que assim é difícil ter um mood board fisicamente comigo, mas vou guardando as minhas inspirações no pinterest, ideias no evernote e as minhas fotos no disco. Assim estão comigo onde quer que esteja. 
Que conselhos dás a pessoas que, tal como tu, queiram lançar o seu próprio negócio na internet?
O meu conselho é que se lancem, que partam para a aventura o mais cedo possível. Criem um protótipo simples e testem rapidamente. Não percam muito tempo e dinheiro a desenhar o site perfeito porque daqui a nada já está obsoleto. Escolham um tema que vos apaixone. E divirtam-se!
O que podemos esperar como próximos projectos da Família Pumpkin?
A família Pumpkin anda sempre cheia de ideias... mas ainda é cedo para dar pormenores. Podemos adiantar que estamos a pensar levar a Pumpkin além fronteiras e até já temos o domínio .com a condizer. Early days, mas podem esperar novidades giras.
Pumpkin03 by HContadas
E para terminar gostava de te pedir para partilhares uma situação inesperada (divertida, caricata) que te tenha acontecido
Um destes dias, a propósito do aniversário de uma amiga muito querida fomos ao Lost.in. As abobrinhas pintaram a manta, desde pendurarem-se das grades da janela do primeiro andar a falar com os turistas, a saltarem nas almofadas, fizeram de tudo, comigo envergonhadíssima.
Às tantas todos os empregados as conheciam pelo nome. E então, instaladas na esplanada, elas resolveram fazer um espetáculo. A rigor. Com dois banquinhos sentaram-se a cantar e deram a performance mais gira que as vi fazer, com direito a "estrela estrela que há no céu" e a música dos "little einstein". Mas o momento alto foi quando as duas micróbias de 3 e 1 ano começaram a cantar "I follow rivers" de Likke Li. 
Foi lindo. E ainda mais giro foi descobrir, quando recebemos as imagens da nossa amiga, que a Ana Rita Clara estava a assistir e a aplaudir também.

Muito obrigada, Mariana. Gostei tanto de te ter por cá! Volta sempre ;)

Dias de uma princesa - A História

Dias de Uma Princesa Story

(for english version, scroll down)

Conheci a Catarina Beato por acaso por aqui. E quis logo conhecê-la melhor. Conhecer a sua história. E trazê-la para o Histórias Contadas. Abordei a Catarina e, com a mesma simplicidade com que nos descreve os seus dias, aceitou o meu convite. Depois, foi esperar, porque antes de falarmos queria ler os “Dias de uma princesa”. Encomendei online e, como uma criança em vésperas de Natal, aguardei ansiosamente por novidades… chegou passado uma semana e, nessa mesma noite, li-o de uma assentada. Hora e meia de emoções fortes. Senti o cheiro a maça, ouvi cantar italiano, chorei com ela, e gargalhei alto e bom som quando foi altura. Um intenso carroussel de emoções, contado por quem as viveu a todas na primeira pessoa. Mas, é tempo de dar a palavra à Catarina, esta menina, mulher, princesa. Deixem-se encantar pela sua história.

Dias de uma princesaBlog | FB

HContadas-DiasdeUmaPrincesa

Fala-nos um pouco de ti. Conta-nos a história da Catarina que criou o blogue Dias de Uma Princesa

Nasci em 1978. Posso descrever a minha infância em poucas palavras: filha única, mimada, suburbana, normal e feliz. O meu pai mandava os meus textos para o suplemento infantil d'O Diário. Lembro-me do entusiasmo quando via os meus contos publicados n'O Pimpão. Escrevi o meu primeiro diário durante a 4ª classe e mantive este hábito até aos 18 anos, altura em que passei a escrever apenas alguns textos perdidos em cadernos e agendas. A minha adolescência foi também assim: filha única, mimada, suburbana, dramática, existencial, normal e feliz. Entre os 18 e os 24 anos, entrei no curso de Economia [projecto por concluir], comecei a trabalhar, perdi o meu pai e fiquei grávida. E assim recuamos até 2005, tinha 27 anos, um filho de 3 anos, estava desempregada e solteira. 

O que te motivou a criar um blogue e porquê este nome?

Em 2005, a morte do meu pai era muito recente e as asneiras que fiz depois da sua morte também (negócios que correram mal). Sentia-me perdida em termos profissionais. Queria voltar a ter um diário. O blogue nasceu assim, num momento em que as caixas de comentários dos blogues substituíam o Facebook e eram maravilhosos pontos de encontro e desencontro. Com três anos, o meu filho Gonçalo dizia tudo na perfeição e tratava-me por princesa. Ficou: “Dias de uma Princesa”. Como escrevi a acompanhar esse nome: “Sou uma princesa. Verdade. Sem familiares reais, nem títulos de nobreza. Sou uma princesa. Porque tu me disseste: "és uma princesa". E eu sou princesa... na tua vida. Na vossa vida.” Não sou uma princesa em mais nada, nem me revejo neste nome que agora já me acompanha e que passou a ser meu.

Quando lês um blogue, o que é que capta mais a tua atenção: os conteúdos, o grafismo, ou ambos?

Primeiro o grafismo e as fotos. Mas volto pelo conteúdo. Não sigo nenhum blogue todos os dias. Vou seguindo. Gosto dos blogues das pessoas que conheço pessoalmente e gosto de blogues de família com boas fotos.

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