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Histórias Contadas

Crónicas em passo de corrida

Running by HContadas.jpg

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Domingo regressei às corridas de rua. Passado cerca de 1 mês, voltei.

Quando se pára, é difícil recomeçar. Inventam-se mil desculpas para não ir. Do género: “deixa-me aproveitar porque é o único dia da semana em que consigo dormir até tarde”; ou “tenho que ajudar os miúdos com os trabalhos de casa”; ou ainda “vamos almoçar a casa dos pais (ou sogros) e não dá tempo”.

 

Comigo funciona planear de véspera, estabelecer uma lista de "To do" e segui-la (mais ou menos) à risca. Assim é mais fácil encaixar tudo na manhã de domingo.

 

Gosto de sair cedo, quando a casa (ainda) está em silêncio. Custa menos deixá-los. Também junto ao rio está tudo mais calmo. Veem-se outros corredores, alguns pescadores, mas, como não há grandes enchentes de turistas, a pista é toda nossa. É só partir!

 

Foi o que fiz. Corri, corri, corri mais e mais rápido do que da última vez... E percebi que estava com saudades do Tejo, deste nosso amor platónico ao som do Spotify.

Boas corridas!

Crónicas em passo de corrida

PaigeJonesFree01 by HContadas.jpg

Gosto de correr. Ou, por outra, gosto das sensações que a corrida me traz. De liberdade. De auto-superação. Do arrumar de cabeça. Do sentimento de missão cumprida (quando termina).

Depois das vossas palavras de incentivo aqui, resolvi elevar a fasquia e partilhar alguns dos momentos que a corrida me irá trazer em 2015. Ou eu a ela. Ainda não sei. Para já, estamos empatadas: 3 domingos, 3 corridas.

Mas tenho para mim, que já estou a ganhar… O rio. O ar frio da manhã. O nevoeiro e a ponte. O sol por trás do monte da Caparica. Os outros corredores. Os pescadores. Os turistas. A minha Lisboa percorrida num ritmo diferente... em passo de corrida!

E a música, sempre a música. Acho que não conseguiria correr sem música. Aquela batida que aquece, dá energia, faz acelerar o passo. Descobri recentemente o Spotify e elegi a playlist Nike Running Tempo Mix como a minha companheira de viagem. A sério, é perfeita!

 

Ontem fui correr. Ao fim de 3 domingos, completei a minha primeira meia-maratona deste ano. E isso deixa-me muito orgulhosa! ;)

Imagem: Paige Jones

 

Recomeçar

Na vida, como em tudo, é necessário (re)começar. Muitas vezes. Todas as necessárias.

Retomei a corrida em meados do ano passado. Inicialmente com o meu companheiro de viagem e depois lá me fui aventurando sozinha. Sempre ao meu ritmo, um ritmo lento de quem sabe que continuar devagar tem mais sabor do que desistir rápido. Corri os meus primeiros 10 km e superei limites. Corri pelas mulheres e bati todos os (meus) recordes. E soube-me bem. Sempre bem. Cada dia melhor. Porque isto de correr começa por querer ter o corpo em forma, mas depressa vira terapia para a mente.

No final do ano vi-me forçada a parar. Parafraseando a Martao sacana do corpo de dor” apareceu e levou-me a melhor. É nestes momentos que a pessoa cai do alto da sua arrogância de achar que estas coisas só acontecem aos outros, e estatela-se no chão da sua condição humana. E é do caraças! Porque o que se perde em treino de corpo, ganha-se em aceleração de cabeça.

De maneira que encarei o sacana de frente. Fiz fisioterapia. Mudei (alguns) hábitos e posturas. Inclui os alongamentos na minha rotina diária. Retomei o pilates.

E agora, com o tempo de feição, está na altura de recomeçar. Porque a cabeça está cansada de tanta aceleração e o corpo está sedento de voltar aos treinos.

Boas corridas!

Em modo corrida

Aprendi cedo a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Tirei o mestrado enquanto trabalhava (no tempo em que o curso tinha cinco anos e o mestrado dois). Fiz a pós-graduação em horário pós laboral. E a Home Glam foi quase sempre o trabalho da noite, a par com o trabalho de dia como engenheira. Quando surge um novo projecto, ponho prego a fundo nos meus dias e aí vou eu. Trata-se de um equilíbrio instável e o que poupo em horas de sono, ganho como pessoa.

Também, desde sempre, o universo tem uma forma engraçada de me mostrar que ando depressa demais, através de sinais. Sinais esses que vão surgindo e que invariavelmente me levam a pensar: "Que sorte a minha! Por pouco não me acontecia isto...". Nestas alturas, abrando o ritmo.

Desta vez devo ter falhado os sinais e em meados de Dezembro fiz uma paragem forçada. Acho que a máquina acusou excesso de mau tratos, em grande parte devido aos muitos quilómetros de carro e às muitas horas em pé que as Viagens na Minha Terra têm imposto. E, claro, tive que pôr a corrida de lado por uns tempos.

Agora que já me sinto melhor, ando com vontade de voltar aos treinos, embora tenha algum receio de ficar empenada outra vez...

O que é que vocês acham que devo fazer?

 

Enquanto não me decido, vou andar com o equipamento no carro para o que der e vier ;)

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