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Histórias Contadas

Crónicas em passo de corrida

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Domingo regressei às corridas de rua. Passado cerca de 1 mês, voltei.

Quando se pára, é difícil recomeçar. Inventam-se mil desculpas para não ir. Do género: “deixa-me aproveitar porque é o único dia da semana em que consigo dormir até tarde”; ou “tenho que ajudar os miúdos com os trabalhos de casa”; ou ainda “vamos almoçar a casa dos pais (ou sogros) e não dá tempo”.

 

Comigo funciona planear de véspera, estabelecer uma lista de "To do" e segui-la (mais ou menos) à risca. Assim é mais fácil encaixar tudo na manhã de domingo.

 

Gosto de sair cedo, quando a casa (ainda) está em silêncio. Custa menos deixá-los. Também junto ao rio está tudo mais calmo. Veem-se outros corredores, alguns pescadores, mas, como não há grandes enchentes de turistas, a pista é toda nossa. É só partir!

 

Foi o que fiz. Corri, corri, corri mais e mais rápido do que da última vez... E percebi que estava com saudades do Tejo, deste nosso amor platónico ao som do Spotify.

Boas corridas!

Parque Natural da Ria Formosa

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Quando fomos ao Algarve, andámos a passear pelo Parque Natural da Ria Formosa.

Nesta altura do ano, o Algarve tem outro encanto. É mais calmo, mais genuíno. Longe das enchentes de turistas, anda ao ritmo das gentes da terra. E nesta batida serena, até os gatos se deixam enfeitiçar pela dormência boa do Sol de Fevereiro.

 

Andámos sem rumo certo, a passear entre Olhão e Cacela Velha. Viajar tem isso de bom: desfrutar do que cada lugar tem para oferecer.

Aqui, tudo se passa em torno da Ria: os mariscadores a apanhar berbigão, os pescadores na faina, as aves em torno dos barcos na hora do regresso, as diferentes paisagens criadas pelo movimento das marés.

 

Outra coisa que sabe (mesmo) bem nesta altura do ano é comer nas melhores esplanadas e restaurantes da região, sem o stress das filas intermináveis do Verão.

Perto de Luz de Tavira, em plena reserva natural, há o Fialho, uma marisqueira afamada pelo arroz de lingueirão. Diz quem sabe, um dos melhores da região. Em Cabanas há a  Noélia e Jerónimo, um dos restaurantes mais conhecidos deste lado do Algarve. Fomos lá jantar e garanto-vos que a açorda de conquilhas é de chorar por mais! Em Cacela há vários: a Fábrica do Costa, onde também se come um delicioso arroz de lingueirão, mas que é mais carote; o Casa Velha, que não conheço tão bem, e a esplanada junto à Igreja, onde comemos umas maravilhosas ostras de Ria.

 

Tão bom! Acho que me habituava facilmente a esta boa vida...

Bom fim-de-semana!

 

 

Uma espécie de paixão...

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Imagens: Zara Home

... a colecção primavera-verão da Zara Home.

 

Gosto do estilo, entre o rústico e o romântico.

Gosto do tema, que me faz lembrar o verão, a praia e o dolce far niente.

Gosto dos tons... branco, neutros, azul.

Gosto das texturas... materiais naturais, linhos, rendas, croché.

Gosto dos apontamentos... velas, lanternas, gaiolas.

E, acima de tudo, gosto do sentimento bom que me traz, a lembrar as nossas férias a quatro.

 

Boa quarta-feira!

 

Convento

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Escondido por entre as ruas estreitas e labirínticas do centro de Olhão, existe um lugar muito especial. Chama-se Convento e é uma guest house a lembrar os Riad marroquinos.

 

Originalmente, era o dormitório das raparigas que trabalhavam na indústria de conservas. Hoje em dia, pertence a um casal de estrangeiros, a Antje e o Guillaume, que resolveram fazer da Medina dos Pescadores (nome que dão a Olhão) a sua morada.  

 

Descobrimo-lo por acaso, numa busca pela net à procura de um hotel charmoso no Algarve. E foram as fotografias do espaço (ou melhor, do pátio e dos quartos) e a relação qualidade/preço que nos levaram a optar pelo Convento. 

 

Da rua não se imagina o que está para lá da porta do n.º 10 da Travessa António Bento. O melhor é entrar.

 

Lá dentro, tudo é pensado ao pormenor para tornar o ambiente tranquilo e relaxado...

Um espaço lindo, cheio de pormenores arquitetónicos; uma decoração em tons de branco e apontamentos de cor; o cheirinho bom das fragrâncias CastelBel.

Um quarto espaçoso e acolhedor, com chão radiante (que sabe tão bem nesta altura do ano) e um dossel sobre a cama.

Um pequeno-almoço delicioso, preparado pela Antje, com muitas frutas exóticas e outras iguarias deliciosas.

O terraço no último piso, com uma vista panorâmica sobre Olhão e sobre a Ria, onde existe uma pequena piscina e várias zonas lounge.

E, principalmente, a simpatia contagiante da Antje e do Guillaume, que foram incansáveis e nos fizeram sentir em casa. 

 

Isso é o Convento, a guest house mais charmosa do Algarve.

Feliz Dia dos Namorados!

 

Nota: Crianças com menos de 16 anos não são permitidas. Por isso, se quiserem levar os filhotes, recomendo que optem por uma das várias casas White Terraces, num estilo idêntico ao Convento, em regime de arrendamento de curta duração.

Camden Market

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Termino a série de posts dedicados a Londres, a falar de Camden.

Tal como Portobello, Camden é um dos mercados de rua mais emblemáticos de Londres. Mas, Camden é outro mundo... 

 

Localizado em Camden Town, estende-se por uma área enorme que resulta da junção de vários mercados. Alguns dos mais conhecidos são o Camden Lock Market e o Stables Market, que fica numa cavalariça que originalmente servia como hospital para cavalos. 

 

Hoje em dia, é difícil perceber onde começa um e acaba o outro, porque fazem um contínuo único de lojas, comércio e pessoas.

 

No sábado, seguimos directos de Portobello para Camden. Desta vez, fomos de autocarro para conhecer um pouco mais de Londres. Mas, se preferirem, podem ir de metro e sair na estação de Camden. 

 

Também Camden estava cheio de gente. Lá fizemos por manter o registo de Portobello e misturar-nos na multidão. Fomos directos às cavalariças. 

Aqui encontram muitas bancas e lojas com roupa alternativa. Um ponto de paragem obrigatória é a loja CyberDog. Lá dentro, é OUTRO mundo (que, para grande pena minha, não deixaram fotografar)! Tudo é diferente: os bonecos cibernéticos que povoam chão e paredes; os empregados vestidos, pintados e penteados a rigor; o ambiente, num registo discoteca underground com música aos altos berros; neons e produtos, super-giros e diferentes...

 

Na praça central há esplanadas onde se podem sentar a almoçar. Se preferirem, parem num dos vários quiosques que encontram espalhados pela feira e sigam caminho com uma sandwich ou outra iguaria na mão (a Maria das Palavras escrevia ontem sobre as mini panquecas com Nutella. Não dei com elas, mas parece-me uma óptima opção!).

 

Depois, sigam estrada abaixo pela Camden High Street e deliciem-se com todas aquelas fachadas de prédios malucas que há por lá. E se tiverem tempo, não deixem de fazer um passeio de barco pelos canais.

 

Camden transmite muito daquele espírito Londrino mais irreverente e alternativo. E se acham que a época dos punks já faz parte da história, desenganhem-se! Aqui vão encontrar toda uma nova geração irreverente, arrojada e muito mais colorida!  

 

*** 

 

Termino dizendo que adorei Londres. A sensação que dá é que o centro do mundo passa por ali. E isso fascinou-me!

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