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Histórias Contadas

A Lisboa que me inspira todas as manhãs

The Lisbon that inspires me every morningHContadas-Monsanto01

O meu percurso matinal casa (ou escola dos miúdos) - trabalho pode ser feito por dois caminhos. O primeiro é o caminho de betão, cinzento e sem graça. O outro, aquele que escolho quase todos os dias, segue pelo meio de Monsanto. Ontem resolvi parar e registar a beleza desta parte da cidade. E partilhar convosco a Lisboa que me inspira todas as manhãs... Digam lá que não é linda!

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Each morning, after living kids in school, I usually choose to go to work through the Monsanto forest park.  So, I decided to stop by and take some pictures of this beautiful neighborhood. And today I’m sharing with you the Lisbon that inspires me every morning ... Hope you enjoy it!

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Dias de uma princesa - A História

Dias de Uma Princesa Story

(for english version, scroll down)

Conheci a Catarina Beato por acaso por aqui. E quis logo conhecê-la melhor. Conhecer a sua história. E trazê-la para o Histórias Contadas. Abordei a Catarina e, com a mesma simplicidade com que nos descreve os seus dias, aceitou o meu convite. Depois, foi esperar, porque antes de falarmos queria ler os “Dias de uma princesa”. Encomendei online e, como uma criança em vésperas de Natal, aguardei ansiosamente por novidades… chegou passado uma semana e, nessa mesma noite, li-o de uma assentada. Hora e meia de emoções fortes. Senti o cheiro a maça, ouvi cantar italiano, chorei com ela, e gargalhei alto e bom som quando foi altura. Um intenso carroussel de emoções, contado por quem as viveu a todas na primeira pessoa. Mas, é tempo de dar a palavra à Catarina, esta menina, mulher, princesa. Deixem-se encantar pela sua história.

Dias de uma princesaBlog | FB

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Fala-nos um pouco de ti. Conta-nos a história da Catarina que criou o blogue Dias de Uma Princesa

Nasci em 1978. Posso descrever a minha infância em poucas palavras: filha única, mimada, suburbana, normal e feliz. O meu pai mandava os meus textos para o suplemento infantil d'O Diário. Lembro-me do entusiasmo quando via os meus contos publicados n'O Pimpão. Escrevi o meu primeiro diário durante a 4ª classe e mantive este hábito até aos 18 anos, altura em que passei a escrever apenas alguns textos perdidos em cadernos e agendas. A minha adolescência foi também assim: filha única, mimada, suburbana, dramática, existencial, normal e feliz. Entre os 18 e os 24 anos, entrei no curso de Economia [projecto por concluir], comecei a trabalhar, perdi o meu pai e fiquei grávida. E assim recuamos até 2005, tinha 27 anos, um filho de 3 anos, estava desempregada e solteira. 

O que te motivou a criar um blogue e porquê este nome?

Em 2005, a morte do meu pai era muito recente e as asneiras que fiz depois da sua morte também (negócios que correram mal). Sentia-me perdida em termos profissionais. Queria voltar a ter um diário. O blogue nasceu assim, num momento em que as caixas de comentários dos blogues substituíam o Facebook e eram maravilhosos pontos de encontro e desencontro. Com três anos, o meu filho Gonçalo dizia tudo na perfeição e tratava-me por princesa. Ficou: “Dias de uma Princesa”. Como escrevi a acompanhar esse nome: “Sou uma princesa. Verdade. Sem familiares reais, nem títulos de nobreza. Sou uma princesa. Porque tu me disseste: "és uma princesa". E eu sou princesa... na tua vida. Na vossa vida.” Não sou uma princesa em mais nada, nem me revejo neste nome que agora já me acompanha e que passou a ser meu.

Quando lês um blogue, o que é que capta mais a tua atenção: os conteúdos, o grafismo, ou ambos?

Primeiro o grafismo e as fotos. Mas volto pelo conteúdo. Não sigo nenhum blogue todos os dias. Vou seguindo. Gosto dos blogues das pessoas que conheço pessoalmente e gosto de blogues de família com boas fotos.

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Empreendedorismo - as minhas regras de ouro

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Poster: Dinheiro Vivo | Meu testemunho - nº 39


Hoje é um dia especial para mim. O dia em que faço 38 anos. E guardei este dia para partilhar convosco algo que também considero especial. Verifico agora que me alonguei. Seja como for, espero que gostem!

O empreendedorismo surgiu na minha vida sem que eu desse conta. Eu e o Nuno falávamos em ter um negócio nosso, em tom de brincadeira, há já algum tempo. Algures em 2011 surgiu a ideia que se veio, mais tarde, a materializar na Home Glam. Nessa altura não se falava de empreendedorismo como se fala hoje mas, quiseram os astros e uns amigos especiais, que nós acelerássemos ao ritmo da Beta-i no 1º beta start. A partir daí tudo se precipitou e levou-nos até onde estamos agora. Olhando para trás, é com imensa alegria que vejo a quantidade enorme de fazedores que surgiram nos últimos dois anos e meio e o passo de gigante que o país deu em termos de empreendedorismo. E, talvez por isso, gosto de partilhar histórias inspiradoras por aqui, como a da Matilde Beldroegas, a da Twiggs, a da Costureira de Palavras e muitas outras que espero trazer até cá. Ajudam a perceber que há muita gente a fazer mais e melhor por este nosso país. E, claro, ajudam a preencher o meu quadro de inspirações que se tornou aqui o Histórias Contadas.

Agora é a minha vez de partilhar convosco alguma da minha experiência como empreendedora. Aprendizagens que fui adquirindo e que acho que podem ser úteis a todos aqueles que já estão ou estão a pensar empreender:  

  • Sejam atrevidos
    O empreendedor é, por definição, atrevido. Atrevimento bom e saudável de quem quer fazer acontecer. Não se esqueçam que o "não" é garantido e tudo que vier a mais é ganho. 
  • Sejam resilientes
    Esta palavra está na moda, mas afinal o que quer dizer? Pensem numa mola, que dobra e volta a dobrar mas, no fim, regressa ao mesmo lugar. A pessoa resiliente é a mola e, acreditem: o empreendedor tem mesmo que ser resiliente!
  • Não se isolem
    O acto de empreender é muito solitário. Por isso, é importante que tenham isso presente e evitem isolar-se em casa. Hoje em dia há muitos coworks e com preços para todas as bolsas. Procurem. Mas acima de tudo não se deixem entrar na fossa.
  • Vivam com o que têm
    Mentalizem-se que irão passar um período sem duas das coisas que fazem mover este mundo: tempo e dinheiro. Mas, por outro lado, vão estar a fazer acontecer o vosso sonho e isso faz-vos sentir vivos, felizes e prontos para continuar.
  • Sejam realistas [e experimentem rápido]
    As estatísticas demonstram que apenas 1 em cada 10 startups sobrevivem aos primeiros 2 anos. Minha gente, a estatística está contra nós. Por isso, transformem o acto de empreender numa sequência de experiências, que podem ou não resultar, mas que devem ser rápidas para o projecto ir avançando pelo bom caminho.
  • Falem com quem sabe
    Felizmente hoje em dia existem muitas iniciativas em Portugal de apoio ao empreendedorismo. As que eu tenho mais próximas são a Beta-i e a João Sem Medo. Cada uma ao seu estilo, ajudaram-me muito a crescer como pessoa e como empreendedora.

E é tudo! Espero que este meu testemunho vos possa ajudar de alguma forma. E, não se esqueçam, o espaço para comentários está mesmo aqui em baixo. Deixem também o vosso testemunho, comentem o que acabei de escrever, ponham questões! Ou, simplesmente, dêem-me os Parabéns ;)

Inspire the day

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Por esta altura, em que vai para a segunda semana em que só vejo os filhotes ao fim-de-semana, e o que me vale são um ou dois telefonemas diários e saber que eles se estão a divertir nas mãos (e mimos) dos avós, as saudades são mais que muitas e tudo o que vejo me lembra deles. Por isso, hoje, esta frase faz todo o sentido para mim.

Para além de pais, somos o seu modelo, a sua fonte de inspiração, quase como um espelho onde se procuram refletir. Por isso, cabe-nos ensinar-lhes os valores importantes da vida, como o amor, o respeito e a partilha. Ninguem disse que ser mãe (ou pai) era fácil. Na verdade é um grande desafio, uma aprendizagem constante, mas se não fosse assim não teria "aquele gosto tão especial".

Paraíso junto ao mar #5

Heaven by the sea #5

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Perdoem esta fixação por casas de praia, mas eu sou daquelas que vão de férias na segunda quinzena da Agosto e, até lá, vou sonhando. E, se é para sonhar, sonha-se bem alto, com estas casas maravilhosas. O único requisito da escolha é ser um sítio onde eu me imaginava a passar férias de sonho!

Rumemos então até ao Brasil...

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Forgive my fixation on beach houses, but I am one of those persons that will only go on vacations on the second half of August. Until then I’ll keep on dreaming with these beautiful beach houses. So, let us travel to Brazil!

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Imagens | Photos: via casa.com.br

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