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Ao lado do Parque Disney está o Walt Disney Studios, o segundo parque temático da Disneyland Paris. Por aqui, a magia mantem-se, embora num registo mais hollywoodesco de luzes, câmara, ação! 

Vale a pena assistir ao espectáculo Cars Race Rally – Toon Studio e fazer uma visita aos bastidores dos estúdios no comboio do Studio Tram Tour: Behind the Magic.

Para quem gosta de emoções fortes, não percam a viagem no elevador do Hollywood Tower Hotel. Nós fomos os 4 e quem teve mais medo fui eu! Também, não admira, não gosto muito de andar de elevadores e resolvi andar logo naquele!!!

O divertimento que mais gostei foi o Ratatouille. É tão, mas tão giro! Não é muito radical, mas é completamente diferente daquilo que estamos habituados, porque mexe com os 5 sentidos. Quando forem, não percam! A sério! Vale MESMO a pena.

 

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Onde ficar:

Existem vários hóteis na Disney. O principal é o Disneyland Hotel, um hotel cor-de-rosa que fica  à entrada do Parque Disney. Pela sua localização e por ser um hotel de 5 estrelas, é o mais caro. Mas, existem outros mais baratos, todos inspirados em temas Disney, localizados a cerca de 5 / 10 minutos e com transporte regular para o Parque.

Por recomendação de amigos, ficámos no Cheyenne, um hotel de cowboys, a lembrar o Velho Oeste Norte Americano. E gostámos. O hotel é giro, e, apesar de ser enorme (tem 1000 quartos), é suficientemente espaçoso para não tropeçarmos nas outras pessoas - com exceção do pequeno-almoço, mas já lá vamos. Os quartos têm uma cama de casal e um beliche. Apesar de não serem muito grandes, dão perfeitamente para os 4. Nota-se que já têm alguma idade, principalmente a casa-de-banho, mas são confortáveis. 

 

E a comida?

A comida é má. A chamada junk food. Muita quantidade e pouca variedade, principalmente ao pequeno-almoço onde as pessoas quase que se atropelam para chegar à comida. Claro que os filhotes adoraram, mas eu já estava um bocado cansada de tantas massas, pizzas e até croissants!

 

Boa semana e boas viagens! 

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Disneyland Paris

19.06.15

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Admito que, quando penso em viajar a Paris, imagino-me a descer os Campos Elíseos ou a passear pelas ruas do charmoso bairro de Montmartre. 

Mas, os filhos alteram-nos as prioridades... e as viagens também! ;)

 

Acho que ir à Disney é aquela viagem que está no imaginário de todas as crianças... e lá em casa há muito que estava prometida! 

Foi presente de Natal e os meses seguintes foram de total ansiedade para os filhotes. Ir à Disney, andar pela primeira vez de avião, fazer um intervalo de mimo connosco a meio do ano, tudo bons motivos para contarem as semanas, os dias, os minutos em falta!

 

Fomos nos feriados de Junho e S. Pedro brindou-nos com uns bonitos dias de Primavera, com temperaturas amenas (embora algum vento), perfeitos para passear. 

Não fizemos grandes planos. A ideia era percorrer o parque, de mapa na mão a explorar os vários divertimentos.

O parque é enorme! Entramos na chamada MainStreet USA, uma avenida inspirada nas avenidas americanas do início do século XX, bonita e animada. Ao fundo, o majestoso Palácio da Bela Adormecida. De um lado e do outro, várias zonas temáticas: frontierland, adventureland, fantasyland, discoveryland.

 

O ambiente que se vive é de pura magia. É tão giro ver as pequenas princesas a passear, vestidas como as suas personagens favoritas. Mas, quem mais me surpreendeu foram os mais velhos, que usam chapéus e orelhas de Mickey sem quaisquer complexos. A sério, é mesmo um mundo mágico!

 

Este Verão, está a decorrer o Frozen Summer Fun e os espectáculos com a Elsa e Ana sucedem-se. A Mariana adora o Frozen e a presença das duas irmãs fez as suas delícias. De tal forma que, quando a certa altura a sua carruagem passou por nós, dei por mim a puxá-la pelo braço e a correr, para podermos vê-las mais de perto e prolongar aquele seu brilhinho no olhar mais alguns minutos...

 

Quanto aos divertimentos, não vos quero tirar o impacto que senti nesta viagem, pelo facto de não saber o que me esperava. Digo-vos apenas que têm imensas diversões, não só para os mais novos, mas também para nós. A que mais gostámos foi o Big Thunder Mountain, uma espécie de montanha russa em vagons que passa por baixo de um lago.

 

A não perder, o Disney Magic on Parade, um desfile que ocorre ao final da tarde, com as principais personagens da Disney. 

E, mesmo para quem tem crianças pequenas, recomendo que fiquem até ao encerramento, para assistir ao Disney Dreams. Trata-se de um espectáculo de som, luz e fogo de artifício com projeção multimédia no Palácio da Bela Adormecida. Maravilhoso!

 

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Estas escapadinhas de fim-de-semana em família sabem tão, mas tão bem! E quando temos a sorte de ficar num hotel como o Ecorkhotel, Évora Suites & SPA, ainda sabem melhor!

 

Fica à entrada de Évora, paisagens maravilhosas, a paz alentejana, muito espaço, piscina interior aquecida (instalou-se a loucura entre os 2 mais novos), bicicletas para todas as idades, matrecos (o furor!) e muitos, muitos bichos.

As suites são super-confortáveis. Têm uma salinha espaçosa, com um bom sofá-cama (que deu perfeitamente para os dois filhotes) e uma kitchenette escondida dentro de um armário, que fez as suas delícias.

Para além disso, (desculpem, mas é defeito de formação...) é o primeiro hotel no mundo cujo edifício principal se encontra coberto com cortiça. Foi concebido seguindo princípios de eco-eficiência e é auto-sustentável em termos energéticos, ou seja, a energia consumida provem de fontes renováveis instaladas no próprio hotel. TOP!

 

E, cereja no topo do bolo: é parceiro da Odisseias, pelo que com os vouchers Odisseias fica super em conta!

Digam lá que não é tentador!? ;)

 

Boa sexta-feira! Bom fim-de-semana!

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Monsaraz

25.03.15

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Já devem ter reparado que adoro passear, certo?!

E se há alturas em que só saio por motivos profissionais (naquelas que carinhosamente apelidei de "viagens na minha terra"), este ano está a ser um "desassossego" bom de passeios em lazer!

 

No fim-de-semana rumámos a Sul, até ao Alentejo. Andámos por Évora e, como os miúdos deliram com a ideia de ir a Espanha, resolvemos passar a fronteira junto ao Alqueva e acabámos por parar em Monsaraz para almoçar.

 

Monsaraz é daquelas terras deliciosas que vale a pena conhecer. Desenvolve-se no topo do monte, dentro das muralhas de um antigo castelo, numa mistura charmosa entre o branco da cal e o negro do xisto. 

 

A Vila é relativamente pequena, pelo que dá perfeitamente para percorrer a pé (aliás, os carros não podem entrar dentro da muralha). Usem a muralha como referência e sigam, sem pressas, pelas ruas estreitas e inclinadas. Para quem gosta de monumentos, a Igreja Matriz e a muralha do Castelo são pontos de passagem obrigatória. Mas, para quem como eu se perde nos pormenores, tudo serve de pretexto para parar: as portas minúsculas, as rendas nas janelas, o musgo amarelo que, nesta altura do ano, cobre os monumentos e a vida da Vila, que mais parece uma aldeia onde todos se conhecem. 

 

Depois há as lojas... A não perder, recomendo a Loja da Ervideira. Não pelo vinho em si (que desconheço), mas porque está instalada numa antiga escola onde podemos encontrar objetos tão giros como: o quadro de ardósia; o estrado onde outrora estava a secretária da professora; azulejos espalhados pelas paredes com o abecedário e contas de somar; um painel de azuleijos com a história da Vila; e uma lareira onde professora e alunos de aqueciam no Inverno. Para quem gosta de artesanato, há várias lojas onde se podem adquirir produtos regionais como as típicas cadeiras de madeira e as quase extintas mantas alentejanas.

 

Para almoçar, recomendo a esplanada do Xarez, onde podem degustar várias iguarias alentejanas ao mesmo tempo que se deliciam com a paisagem. A vista é soberba sobre as planícies alentejanas e a albufeira do Alqueva!

 

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Casas sobre o mar. Luz natural e muito branco. Apontamentos de cor. Materiais naturais. Detalhes étnicos. Rendas e macramé.

 

Gosto de tudo! 

Imagens: Brittany Ambridge

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Em Alfama

17.03.15

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No domingo fomos a Alfama. Aproveitámos este dia de (quase) Primavera para passear pela nossa cidade.

 

Alfama está cada vez mais bonita. Muitos dos prédios foram reabilitados, as ruas estão limpas e os passeios arranjados.

Nestes dias de sol, a luz entra pelas ruas estreitas e realça as cores e texturas do bairro: a calçada portuguesa, as paredes coloridas, os azulejos, as cantarias de pedra; a roupa lavada estendida à janela. E nos locais onde bate o sol, as cores ganham um tom dourado… quase mágico!

 

O bairro estava calmo. Passámos por meia dúzia de turistas. Mas, tirando esses, só vimos alguns locais, na rua ou a espreitar à janela e, junto à igreja de Santo Estevão, estava um grupo de capoeira a tocar e a dançar.

 

Os filhotes gostam destes passeios. São curiosos por natureza e depressa arranjam entretém. Desta vez, foram os corrimãos que viraram escorregas. E, antes de voltar para casa, ainda passaram pelo parque infantil junto ao Beco do Vigário.

 

Eu aproveitei para treinar a fotografia. E, apesar de não gostar muito de expor os filhotes por aqui, não resisto a partilhar alguns grandes planos que lhes tirei. 

 

Boa semana!

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Dá-me imenso prazer visitar blogues com imagens bonitas e escrita cativante. Deixa-me com vontade de melhorar a minha (própria) forma de expressão. Daí que, quando a Odisseias me convidou a usufruir de uma das suas experiências, não hesitei e escolhi este workshop.

 

Trata-se de um workshop de fotografia digital para iniciados, com o formato de um dia. Um dia dedicado a conhecer as principais técnicas de fotografia e (para alguns como eu) a própria máquina.

 

No sábado lá fui eu. De manhã estivemos a aprender os conceitos. De tarde fomos para a Expo aplicá-los no terreno. E foi super-divertido! O formador é experiente. Dá-nos o empurrão necessário para sairmos do conforto do automático e experimentar o manual. E, nós, respondemos como sabemos, num processo de aprendizagem por tentativa erro, descontraído e bem humorado.

 

Estas imagens são o resultado do meu exercício (com exceção da última que é uma fotografia do grupo, tirada pela Catarina). Fotografei de tudo um pouco: paisagens, arrastamento, congelamento. Mas o que gostei mais foi de aprender a fotografar grandes planos com o fundo desfocado... e já estou a imaginar as fotografias que vou tirar ao pessoal lá de casa ;)

 

Obrigada Odisseias. Gostei imenso da experiência!

 

 

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Mousse de lima

02.03.15

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A minha cunhada faz uma mousse de lima que adoro. É doce q.b., tem aquele toque da lima que desenjoa e é muito fácil de preparar.

 

Sei que este tempo puxa por bolos acabados de sair do forno, mas entrámos no mês em que chega a Primavera e sabe bem antecipar os seus sabores. Daí que tenha escolhido uma mousse de lima para adoçar esta segunda-feira cinzentona.

 

Ingredientes: 1 pacote de natas frescas para bater; 1 lata de leite condensado; sumo de 3 limas

 

Preparação:
Misturar as natas frescas com o leite condensado. Mexer bem até ficar um creme uniforme. Adicionar aos poucos o sumo de lima, até o creme ficar com uma consistência de mousse. Decorar com raspas de casca da lima. Levar ao frigorífico e servir frio.
 

Boa semana e bom trabalho!

 

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Domingo regressei às corridas de rua. Passado cerca de 1 mês, voltei.

Quando se pára, é difícil recomeçar. Inventam-se mil desculpas para não ir. Do género: “deixa-me aproveitar porque é o único dia da semana em que consigo dormir até tarde”; ou “tenho que ajudar os miúdos com os trabalhos de casa”; ou ainda “vamos almoçar a casa dos pais (ou sogros) e não dá tempo”.

 

Comigo funciona planear de véspera, estabelecer uma lista de "To do" e segui-la (mais ou menos) à risca. Assim é mais fácil encaixar tudo na manhã de domingo.

 

Gosto de sair cedo, quando a casa (ainda) está em silêncio. Custa menos deixá-los. Também junto ao rio está tudo mais calmo. Veem-se outros corredores, alguns pescadores, mas, como não há grandes enchentes de turistas, a pista é toda nossa. É só partir!

 

Foi o que fiz. Corri, corri, corri mais e mais rápido do que da última vez... E percebi que estava com saudades do Tejo, deste nosso amor platónico ao som do Spotify.

Boas corridas!

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Quando fomos ao Algarve, andámos a passear pelo Parque Natural da Ria Formosa.

Nesta altura do ano, o Algarve tem outro encanto. É mais calmo, mais genuíno. Longe das enchentes de turistas, anda ao ritmo das gentes da terra. E nesta batida serena, até os gatos se deixam enfeitiçar pela dormência boa do Sol de Fevereiro.

 

Andámos sem rumo certo, a passear entre Olhão e Cacela Velha. Viajar tem isso de bom: desfrutar do que cada lugar tem para oferecer.

Aqui, tudo se passa em torno da Ria: os mariscadores a apanhar berbigão, os pescadores na faina, as aves em torno dos barcos na hora do regresso, as diferentes paisagens criadas pelo movimento das marés.

 

Outra coisa que sabe (mesmo) bem nesta altura do ano é comer nas melhores esplanadas e restaurantes da região, sem o stress das filas intermináveis do Verão.

Perto de Luz de Tavira, em plena reserva natural, há o Fialho, uma marisqueira afamada pelo arroz de lingueirão. Diz quem sabe, um dos melhores da região. Em Cabanas há a  Noélia e Jerónimo, um dos restaurantes mais conhecidos deste lado do Algarve. Fomos lá jantar e garanto-vos que a açorda de conquilhas é de chorar por mais! Em Cacela há vários: a Fábrica do Costa, onde também se come um delicioso arroz de lingueirão, mas que é mais carote; o Casa Velha, que não conheço tão bem, e a esplanada junto à Igreja, onde comemos umas maravilhosas ostras de Ria.

 

Tão bom! Acho que me habituava facilmente a esta boa vida...

Bom fim-de-semana!

 

 

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